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 Oscar Niemeyer comemora

104 anos com novos projetos

Responsável por dar traços suaves ao concreto, suas obras ainda causam polêmica
Sérgio Vieira, do R7 | 15/12/2011 às 05h31
Fundação Oscar Niemeyer
igreja da pampulha oscar niemeyer
Com experimentos em concreto armado, a igreja da Pampulha é considerada 
a obra-prima de Niemeyer

Considerado um dos maiores gênios da arquitetura, o brasileiro – e carioca – Oscar Niemeyer desafia qualquer regra de longevidade. Nesta quinta-feira (15), ele completa 104 anos de vida, sendo mais de 80 deles dedicados a suavizar as curvas do concreto. Niemeyer é figura fundamental para a história da arquitetura – e também política – do Brasil. Faça o quiz e teste seus conhecimentos sobre as obras do arquiteto (ao final desta reportagem).
Faça um tour virtual pelo Palácio do Planalto


Veja os traços de Niemeyer em obras

Autoridades e políticos brigam por oportunidade de construir em suas cidades monumentos arquitetônicos com o toque da caneta do artista. Entretanto, a única obra do arquiteto na Espanha, o Centro Niemeyer, inaugurado em março em Avilés, fechou as portas por questões políticas.


O complexo cultural de 16 mil m², orçado em US$ 20 milhões e formado por teatro, museu, prédio administrativo, restaurante e uma praça, não resistiu ao novo governo de direita da região de Astúrias. Vera Lucia, mulher de Niemeyer há cinco anos, lamenta o fechamento e diz que o arquiteto ficou muito triste com a decisão.


- Este projeto é sagrado para ele, não tem nada a ver só porque mudou o governo fechar o complexo. É desagradável, um projeto badalado, muito visitado, é chato. O que se há de fazer? Ele [Niemeyer] ficou abalado quando soube.


Abertamente de esquerda, Oscar Niemeyer é considerado um símbolo quando o assunto é comunismo. Em 1966, projetou – e não cobrou um centavo – a monumental sede do Partido Comunista em Paris. Até hoje, um símbolo encravado de tal forma na capital francesa que o ex-presidente francês Georges Pompidou referiu-se à obra como “a única coisa boa que eles [os comunistas] fizeram”.


Entre as diversas celebrações, o arquiteto lança às 19h desta quarta-feira, na avenida Atlântica, a 11ª edição da revista Nosso Caminho, que homenageia o poeta Vinícius de Moraes.


Seu restaurante preferido, o Terzetto, em Ipanema, na zona sul do Rio, não será o palco principal das comemorações como de costume. Uma festa para mais de 50 pessoas foi organizada no escritório do arquiteto, segundo confirma Vera. Entre os convidados estão, os cantores Jorge Aragão e Martinho da Vila, Miúcha, Mariana e Jorgina (filhas de Vinícius de Moraes), entre outros.


- Este ano, ele não quis nenhuma comemoração no Terzetto. Vamos receber nossos amigos onde ele mais passa o tempo. Convidamos a presidente Dilma Rousseff, mas já sabíamos que ela talvez não venha porque tem o lançamento do livro dela no mesmo dia.


Trabalhador incansável e amante da política


Pilhas de projetos chegam à sua mesa diariamente. Atualmente, ele trabalha nos últimos retoques de uma biblioteca na Argélia. Também em suas mãos está a Universidade de Música e Artes Cênicas Dr. Daisaku Ikeda, em Araraquara (SP); um centro administrativo no Paraná; o novo Sambódromo da Marquês de Sapucaí (Rio) e o Puerto de la Música, uma casa de exposições e concertos na cidade de Rosário (Argentina).


No entanto, o projeto que promete a maior polêmica – se sair do papel – será o Teatro Musical Rio's, no aterro do Flamengo, que pode se tornar um marco para a capital fluminense. A decisão está nas mãos do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), já que o aterro é tombado e qualquer modificação precisa de análise de impacto e posterior autorização especial do órgão.


Oscar Niemeyer já falou publicamente ser admirador da vida (e do governo) da presidente Dilma. Segundo Vera Lucia, Niemeyer tenta se manter ciente dos acontecimentos políticos e faz do tema parte das conversas dentro de casa.


- Ele sempre tenta estar a par [dos acontecimentos políticos], procurando saber das novidades. Ele continua apoiando a presidente Dilma e se diz satisfeito com o governo dela.


Quem pensa que a idade fez com que Niemeyer se recolhesse dentro de casa está enganado. O ex-amante das cigarrilhas - ele deixou de fumá-las há um ano e três meses, mas não passa um só dia sem dizer ao seu médico que vai voltar a fumar - passa rigorosamente oito horas diárias em seu escritório.


- Ele fica muito tempo no escritório, mas agora está mais preguiçoso. Está chegando mais tarde lá. Passou a almoçar em casa.

Por conta dos cuidados com a saúde, as cigarrilhas ficaram para trás, mas próximo de completar 104 anos, duas coisas continuam intactas: a convicção pelo comunismo e o gosto pelos vinhos (franceses) Pino Noir.


Londres inaugura primeiro shopping em contêineres


Iniciativa de empresário britânico, o estabelecimento reúne 60 lojas e segue conceito pop-up: pode ser desmontado e reerguido em qualquer lugar do planeta

Por Casa e Jardim Online
Divulgação
O Boxpark é o primeiro shopping pop-up a funcionar dentro de contêineres reciclados
Divulgação
De acordo com seus criadores, o estabelecimento é mais que um centro
de compras: é um lugar para passear
Boxpark. Guarde o nome deste shopping center que acaba de ser inaugurado em Londres. Um dia, ele pode estar bem à sua frente, sem que você tenha de viajar à Europa. Com um conceito pop-up, o estabelecimento é o primeiro do mundo a funcionar dentro de contêineres reciclados. Por isso, é fácil desmontá-lo e levá-lo para qualquer outra cidade. O autor da ideia é o empresário britânico Roger Wade, que entre marcas de roupas, cafés e galerias de arte, reuniu sessenta lojas no local. “Mais que um espaço para fazer compras, é um lugar inspirador e agradável para passear”, explica o site oficial do empreendimento.

Atraídas pelo baixo custo dos contêineres e pela inovação do conceito, marcas famosas como
Puma, Levi’s e North Face já inauguraram pontos de venda no Boxpark, que abriu as portas na última semana. Apenas as empresas selecionadas receberam convites exclusivos para funcionar no moderno centro comercial, localizado na Shoredict High Street, no leste de Londres. “A filosofia do Boxpark é oferecer um espaço com preço justo e prazo flexível para empresas criativas”, dizem seus criadores.

FORA DA CAIXA

Muito antes de imaginar o projeto do Boxpark, o empresário britânico Roger Wade já era conhecido em Londres por sua originalidade nos negócios relacionados ao mundo fashion. Na década de 1990, ele transformou o que antes era uma barraquinha de roupas em uma megaimportadora, a Boxfresh. Em 2005, ele vendeu a marca e fundou a Brands Incorporated., que presta serviços de consultoria a empresas ligadas à moda e à música.
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O público também encontra cafés e restaurantes no centro comercial
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Apenas as marcas selecionadas receberam convites para inaugurar lojas no Boxpark: à esq., Puma e à dir. o restaurante Pieminister


Construção civil será o grande destaque da economia brasileira em 2012, prevê entidade do setor

08/12/2011 - 17h2
 
Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A crise internacional não está assustando a construção civil brasileira. Ao contrário, para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, há boas chances de o setor ser “o grande player” de 2012, com um crescimento projetado de 5,2% no Produto Interno Bruto (PIB) do setor. Na cadeia, a expectativa é de crescimento ainda maior, entre 8,5% e 9%.
“Não temos problemas de recursos, de regras e nem de modelos ou projetos. E o mercado imobiliário tem batido recorde atrás de recorde, com uma previsão de recursos superior a R$ 110 bilhões, contando com os da poupança e do FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço]”, disse Paulo Simão em almoço oferecido aos jornalistas especializados, em Brasília.
Parte do otimismo se deve aos reflexos do Programa Minha Casa, Minha Vida no mercado de imóveis destinados às classes média e baixa, além das obras da Copa de 2014, das Olimpíadas de 2016 e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Nós somos um dos elementos da economia que ajudarão o país a não sofrer todos os efeitos negativos da crise”, garantiu ele.
Desde 2004, o setor vem registrando, de acordo com a Cbic, “incremento consistente em suas atividades, deixando para trás décadas de dificuldades”. Em 2010, o PIB da construção registrou desempenho recorde, com crescimento de 11,6%. “Em 2011, nosso setor cresceu 4,8%. Trata-se de um crescimento extremamente importante, apesar de menor do que o registrado no ano anterior, porque 2010 representa uma base de comparação muito elevada”, avaliou Simão.
A situação pode ficar ainda melhor, caso se confirme a expectativa de entrada de capital estrangeiro na construção civil brasileira. “Ainda virão muitos recursos do exterior, porque esses investidores estão sem condições de investir nos outros mercados, principalmente no europeu. Isso é muito bom para nosso setor. E as medidas adotadas recentemente pelo governo favorecerão ainda mais esses investimentos [estrangeiros] em infraestrutura”, acrescentou o presidente da Cbic, ao se referir às medidas que reduziram de 6% para zero a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aplicações de estrangeiros em títulos privados (debêntures) de longo prazo, com prazos de vencimento superiores a quatro anos.
Mas o representante das indústrias do setor não deixou de fazer críticas severas à falta de iniciativas para a área de saneamento. “Saneamento básico no Brasil é uma vergonha e não condiz com as pretensões de sermos a quinta maior economia do mundo. Apesar dos investimentos em saneamento nunca terem sido tão grandes e robustos, sua aplicação é praticamente zero. Não chega a 10%. Faltam projetos e planejamento estratégico que levem em conta [aspectos como a situação das] bacias hidrográficas, por exemplo. O reflexo disso pode ser visto até nas mortes das crianças. Todos sabem que esse tipo de investimento ameniza gastos com saúde pública”.
Edição: Vinicius Doria

 

23/Novembro/2011


Construção civil é o setor com maior rotatividade de trabalhadores


Segundo o Dieese, 86,2% dos empregados são demitidos pela própria empresa


Mauricio Lima



Marcelo Scandaroli
A taxa de rotatividade na construção civil é a maior de todos os setores. As demissões de trabalhadores pela própria empresa chegam a 86,2%. Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), com base em números de 2009 da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O estudo está disponível no site do Dieese. Esse valor fica ainda maior quando se leva em conta fatores alheios à vontade das empresas, como aposentadoria, morte ou demissão voluntária: 108,2%. Isso significa que, para cada vínculo do estoque médio do setor, em cada ano, existiram um ou mais vínculos desligados. Esse cenário só se repete no setor da agricultura. Segundo o Dieese, deve-se levar em conta a questão singular dessas duas atividades, que tem duração limitada pela própria característica da atuação.
"O problema na construção civil é que os trabalhos têm uma duração muito curta e as construtoras muitas vezes não conseguem alojar os trabalhadores em outras obras quando o trabalho acaba. Então, ou o trabalhador é dispensado ou pede a conta, não tem jeito", disse Haruo Ishikawa, vice-presidente de Relações Capital-Trabalho do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP).
Desde 2001, o setor lidera a taxa de rotatividade, sendo que o maior índice foi registrado em 2008: 92,2% de trabalhadores demitidos pela própria empresa e 118,4% na taxa total. O menor índice foi registrado em 2007, com 83,4% e 104,5%, respectivamente.
Na questão salarial, Ishikawa afirma que não existem dados concretos, mas estima que os salários altos não são mais tão comuns no setor. "Em 2009 e 2010, quando estávamos com muita falta de mão de obra, tínhamos que pagar um salário mais alto para que o trabalhador qualificado ficasse na empresa. Agora, com o mercado um pouco mais estável, os salários altos não ficam mais favoráveis", disse.
Casa modular: economia de tempo e dinheiro

Laura Machado | Sustentabilidade | 22/11/2011 09h07
Um sistema inovador de construção de casas, que permite a finalização da obra em até quatro dias, sem desperdício de material de construção, bem como com sistema ecológico da parte elétrica e hidráulica foi uma das estrelas da Feira Construir 2011, no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
As Casas Modulares Fischer oferecem fácil transporte e manuseio, bem como pode ser compradas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, da Caixa Econômica Federal. Um representante da empresa explicou ao SRZD que o custo de um imóvel padrão com 39, 41 metros quadrados, com dois quartos, sala, cozinha e banheiro, seria de R$ 32 mil (sem o piso).
"A casa já vem com a parte elétrica e hidráulica embutida e ecologicamente correta. È necessário um terreno com alicerce para ser feita a obra que dura no máximo uns quatro dias. Além da rapidez da construção, outra vantagem é a limpeza", destacou Rubens Gomes.
A construção permite construção permite diversos tipos de intervenção e personalização adotados em outras construções, no imóvel pode ser colocados revestimentos, quadros, estantes, por exemplo, o que oferece comodidade. Apesar de ser de aço, a temperatura dentro do imóvel varia de 3 a 4 graus do exterior.
Ainda na Feira Construir 2011, o SRZD encontrou a Casa Steel Frame, que fica pronta em cerca de um mês, sendo o preto do metro quadrado de R$600 (em estrutura) e de R$ 800 (com revestimento). De acordo com a representante da empresa, o custo de um imóvel de dois quartos seria de cerca de R$70 mil.
"A casa pode ser feita em qualquer terreno com fundação lisa em qualquer lugar do Brasil, com até quatro pavimentos. A vantagem do sistema é que a perda de material é muito pequena e a montagem é muito rápida", conclui Thaís Takayama.

Novos cursos surgem para reduzir o déficit de profissionais capacitados na área.

Objetivo é preparar o mercado para obras para a Copa de 2014

Tamanho da Fonte     MAYCON FIDALGO
mfidalgo@jornaldacomunidade.com.br
 Redação Jornal Coletivo
Mão de obra desqualificada é um dos maiores problemas da construção civil hojeMão de obra desqualificada é um dos maiores problemas da construção civil hoje
A falta de profissionais qualificados na construção civil tornou-se um gargalo para as obras destinadas à Copa do Mundo. A indústria da construção civil está em constante crescimento desde o começo do ano. O anúncio de que o Brasil sediará a Copa do Mundo em 2014 desencadeou uma série de efeitos positivos para o País. No entanto, pesquisa recente, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no dia 18 de outubro, registrou um dado alarmante: das 411 empresas que participaram da pesquisa, 71% afirmam que a falta ou o alto custo da mão de obra é um obstáculo para a realização do evento esportivo. Entre as 50 empresas de grande porte que participaram da pesquisa, 76% acreditam que a mão de obra desqualificada é o principal entrave para a execução de obras voltadas para a Copa.
Neste quadro alarmante, cursos voltados para a capacitação de profissionais que pretendem ingressar no grande mercado da construção civil são vistos como uma boa oportunidade para mudar esses dados. “Os cursos voltados para a profissionalização de mão de obra na construção civil são tendências em função da condição do mercado de trabalho atual e do aquecimento gerado por ele”, sentencia Cláudio Tavares, gerente de educação profissional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Taguatinga.

Ele diagnostica as dificuldades do mercado de encontrar profissionais qualificados para exercer certas funções e, em decorrência disso, não demanda muitos serviços. “O que acontece é que no mercado de construção civil atual a oferta e, por consequência, a demanda de mão de obra são muito baixas. Em muitos casos a família não apoia o filho se ele quer ter uma formação para trabalhar em obras. Desse modo, a oferta de profissionais vai diminuindo”, explica Cláudio.


Curso de técnico em edificação garante trabalho

Cláudio destaca o valor do curso de técnico em edificação. O curso técnico em construção civil e edificações forma profissionais qualificados que possam atuar em construtoras e na indústria de materiais para construções e até em fábricas de pré-moldados. Também pode trabalhar na construção de estradas, laboratórios de pesquisa e desenvolvimento, no auxílio de planejamento da obra, no orçamento, projeto, gerenciamento, controle e na execução de obras. “O curso técnico em edificações tem carga de 1.200 horas, divididas em um período de dois anos. Eles estudam desde gestão de pessoas, higiene, segurança no trabalho e empreendedorismo até leitura e interpretação de projetos, orçamento, instalações hidrossanitárias e elétricas e várias outras coisas”, diz Cláudio.

Ele acredita que a maioria dos alunos que opta por esse curso já começa a atuar no primeiro ano: “Grande parte dos alunos tem várias oportunidades de estágios. Os alunos começam o curso extremamente leigos. Ao terminar, já começam a atuar na área, sendo efetivados por meio do seu estágio”, completa Tavares.

 

sexta-feira, 26 de agosto de 2011
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SBT Brasil

Mulher, mestre de obra, é responsável por reforma no Maracanã


publicado em 22/8/2011 às 20:26
Mestre de obras do Maracanã, Márcia Cristina da Silva é a profissional responsável pelos operários que trabalham na reforma do principal estadio brasileiro para a competição. Mais de 5% das vagas abertas, nas obras da Copa do Mundo de 2014, são ocupadas por profissionais mulheres - um número expressivo se for observado que no setor da construção civil a média nacional de participação da mão de obra feminina é de 2,79%. Veja o comentário de Joseval Peixoto.

http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=8932&t=Mulher,+mestre+de+obra,+e+responsavel+por+reforma+no+Maracana

Você sabe como montar um currículo moderno? Faça o teste

Publicada em 17/08/2011 às 09h42m
O Globo

Os tempos mudaram. E os processos de seleção, também. Você sabe como montar um currículo moderno? Faça o nosso teste , elaborado para o Boa Chance pela editora do blog Emprego & Carreira , da consultoria Monster Brasil, Fabíola Lago, e descubra.
Aqui vão algumas dicas:
O currículo precisa ser objetivo, sim, mas isso não significa ocultar informações importantes. Além disso, o documento precisa ser customizado, isto é, adaptado de acordo com o perfil da empresa e da vaga para a qual o profissional está se candidatando. De maneira geral, ele inclui cinco seções obrigatórias (identificação, objetivo, qualificações, experiência profissional e formação educacional) e uma opcional (cursos e treinamentos). Confira o que deve ter cada uma.
IdentificaçãoEsta seção deve estar no topo do currículo. Inclui nome completo, nacionalidade, estado civil, endereço, telefone, número do celular e e-mail. Não é preciso colocar informações pessoais como data e local de nascimento, filiação e números de documentos. Se você vai disponibilizar o currículo na internet, o melhor seria colocar apenas o nome completo e e-mail. E não se esqueça de que currículo bom tem que constar link para um blog, Twitter ou página no LinkedIn.
ObjetivoAqui você deve especificar o cargo e área de atuação pretendidos. Caso não possua experiência considerável, o ideal é que explique porque escolheu sua profissão e como pretende conduzir a sua carreira. Seja claro, procure personalizar o seu objetivo para a empresa e o cargo ao qual está se candidatando e mencionar também como você contribuiria para o sucesso do empregador.
QualificaçõesÉ importante enumerar as qualificações e habilidades que possui e que são requeridas. Para isso, basta verificar os anúncios para as vagas as quais está interessado e relacionar os pré-requisitos constantemente exigidos nos mesmos. Em seguida, inclua no seu currículo aquelas que possui.
Experiência profissionalVocê deve descrever a suas experiências profissionais (no máximo os últimos cinco empregos), sempre começando pelos trabalhos mais recentes até os mais antigos. É essencial estabelecer claramente as datas (mês/ano) do período de cada emprego antes de começar a descrevê-los. Se a empresa não for muito conhecida, você pode incluir uma rápida descrição da mesma (ramo de atividade e tamanho). Em seguida, você deve falar de maneira sintética do cargo ocupado e, se possível, realizações que contribuíram para o sucesso da empresa.
Formação educacionalDescreva a sua formação educacional incluindo apenas o ensino médio, graduação e pós-graduações. Se relevante à vaga desejada, acrescente também os prêmios acadêmicos recebidos, os trabalhos de conclusão de curso e as monografias.
Cursos e treinamentos (Opcional)Nesta seção você pode colocar os treinamentos e os cursos de idiomas, informática ou quaisquer outros que sejam relevantes ao cargo postulado. Não inclua cursos sem nenhum vínculo ao emprego desejado, ou cursos "relâmpagos".
Palavras-chavePor fim, no caso de disponibilizar o seu currículo na internet ou em sites de recrutamento, é recomendável acrescentar uma seção no final com as palavras-chave associadas ao seu perfil profissional. Isso aumentará a visibilidade do seu CV por parte dos recrutadores e empresas.
Fonte: Monster Brasil

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/boachance/mat/2011/08/16/voce-sabe-como-montar-um-curriculo-moderno-faca-teste-925139861.asp#ixzz1VIDD8ekn
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Jardim Gramacho: de lixão a bairro 

sustentável em Duque de Caxias











Uma das ruas que serão urbanizadas em Jardim Gramacho. O projeto 
prevê a pavimentação de ruas, a arborização das vias e nova iluminação 
na localidade de Caxias Foto: Divulgação / Divulgação

Guilherme Amado
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O Jardim Gramacho, bairro de Caxias onde fica o aterro sanitário de mesmo nome, 
será urbanizado pelo governo do estado, com obras que preveem pavimentação de ruas, 
construção de moradias, praças, áreas para a prática de esportes e de lazer, ciclovias 
e até lan houses. O governo espera que, por meio de uma parceria com os Estados Unidos, 
seja obtido ainda este ano o financiamento de R$ 140 milhões para o projeto de tornar 
Gramacho num bairro sustentável. As obras começariam em 2012.
Apresentado ontem pelo secretário estadual de Ambiente, Carlos Minc, o projeto urbanístico 
pretende dar uma nova cara ao bairro, onde moram cerca de 12 mil pessoas, sendo 2.500
delas catadoras de lixo de Gramacho.
— A ideia é transformar um caso de agressão, humilhação e degradação humana e ambiental
em algo sustentável — descreveu Minc.
Os planos para Gramacho foram mostrados ontem a uma comitiva dos Estados Unidos, 
para o lançamento da Iniciativa Conjunta sobre Sustentabilidade Urbana entre o Ministério 
do Meio Ambiente e o governo dos Estados Unidos, no Palácio do Itamaraty, no Centro 
do Rio.
Parte de um acordo firmado entre a presidente Dilma Rousseff e o presidente americano, 
Barack Obama, a iniciativa prevê a criação de uma comissão para avaliar projetos de 
sustentabilidade nas cidades brasileiras. As melhores ideias serão financiadas por empresas 
americanas.
O lixão de Gramacho será desativado em maio de 2012. Até lá, o governo do estado 
pretende capacitar os atuais catadores para trabalharem com reciclagem de lixo.
Ainda este ano, segundo Minc, será assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), 
com a Petrobras, para financiar a construção de galpões e de equipamentos para o trabalho
de reciclagem. Até que essas obras estejam prontas, a Secretaria do Ambiente alugou três 
galpões antigos para que os catadores comecem já a trabalhar.
Saúde dos catadores
Segundo Minc, o governo do estado criou também um grupo de trabalho voltado para cuidar 
da saúde dos catadores de Gramacho. O secretário disse que 60% das crianças da região 
têm sarna.
— Aquilo é a sub-África. Fizemos uma pesquisa para identificar as doenças que acometem 
os catadores e suas famílias para, a partir daí, estabelecer ações — disse o secretário do 
Ambiente.

 


Construção civil exige profissionais cada vez mais qualificados

Rio -Trabalhar na construção já foi sinônimo de baixa remuneração
e profissionais sem qualquer qualificação. Com o setor superaquecido não só por
conta dos inúmeros empreendimentos  imobiliários, mas também pelas obras
do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa  do Mundo de 2014
e das Olimpiadas em 2016,essa mão de obra passou a ser cada vez mais capacitada e,
consequentemente, melhor remunerada.Tanto que o salário médio está na faixa
de  R$ 1.922,22 na capital fluminense.
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
Hoje, não há mais espaço para profissionais que aprenderam na prática uma
determinada profissão. Por isso, as empresas têm investido no treinamento
buscando formar pessoal capacitado e preparado para atender as novas demandas
e tecnologias do setor.
Segundo José vicente Machado Neto, gerente do Centro de Referência em Construção
Civil do Senai,as empresas abriram espaço nos canteiros de obras para o
treinamento de sua mão de obra."Principalmente as grandes empresas têm
se preocupado com a qualificação de seu pessoal,para isso reduzem o horário de
trabalho para que esses profissionais possam ser atualizados através de nossos
cursos" explica.
Para o representante do Senai, as novas tecnologias existentes no mercado
não comportam mais trabalhadores sem uma formação técnica adequada, e cita
como exemplo o uso de tubos de PVC. "No passado toda essa parte era feita
com canos de ferro fundido. Atualmente se utiliza tubos de PVC que podem ser
conectados quase da mesma maneira do que os ferro e são mais econômicos.
Outro exemplo é do pedreiro. Antes ele fazia de tudo, inclusive a colocação de piso.
Agora é uma outra realidade,existe um profissional especializado para cada etapa da obra" revela.  
 
Com a necessidade de entender os novos processos na construção civil, há uma maior
exigência no nível de escolaridade deste profissional. " Embora para algumas
profissões o primeiro grau seja suficiente, temos notado que estas pessoas têm
buscado melhor o nível de escolaridade, principalmente aqueles que desejam
fazer cursos técnicos como o de Edificações,por exemplo. Para atender essa
procura, o Senai vem abrindo novas turmas, além de oferecer cursos de
aperfeiçoamento" diz José Vicente Machado Neto.
Fique por dentro
O SENAI oferece cursos de qualificação para jovens em diversas funções:pedreiro,
pintor de obras, orcamentistas, eletricistas de obras, carpinteiro de obras, encanador,
desenhista,entre outros.
A cidade do Rio de Janeiro emprega 148.959 trabalhadores.A região Leste é
a segunda maior mpregadora,30.190 trabalhadores, seguida da região Sul, com 18.842.
Em todo o Estado há 251.182 empregados no setor, com salário médio de R$ 1.709,38.
A cidade do Rio é a que paga melhor no setor de Construção Civil, com salário médio de
R$ 1.929,22.

Fonte:Sistema FIRJAN com dados do Ministério do Trabalho e Emprego,
referentes ao ano de 2009.

Escritório suíço RAFAA propõe torre solar como marco para as Olimpíadas de 2016


Solar City Tower, além de servir como ponto turístico, seria capaz de gerar energia suficiente para abastecer a vila olímpica e parte da cidade do Rio de Janeiro


Ana Paula Rocha


O escritório suíço RAFAA divulgou recentemente um projeto conceitual para o Marco das Olimpíadas de 2016, que seria erguido na ilha de Cotonduba, no Rio de Janeiro. Além de servir como ponto turístico, o Solar City Tower, de acordo com os arquitetos que desenvolveram o projeto, "seria capaz de gerar energia suficiente para abastecer a vila olímpica e parte da cidade fluminense".


Divulgação: RAFAA
Visão geral do Marco Olímpico projetado pelo escritório RAFAA na ilha de Cotonduba
  "O desafio foi projetar uma torre de observação sustentável que também se tornasse um símbolo de boas-vindas para os visitantes que chegam ao Rio de Janeiro por via aérea ou marítima", diz o memorial descritivo do projeto.  Durante o dia, a torre captaria energia solar por meio de painéis localizados ao nível do solo (a 60 m do nível do mar), na entrada do edifício.
O excesso da energia solar produzida seria aproveitado para bombear a água do mar para o interior da torre, produzindo um efeito de queda d''água no exterior da torre. Esta queda d''água também seria utilizada para gerar energia durante o período noturno.
O projeto prevê, abaixo do nível do solo, a construção de anfiteatro, café, loja e áreas de administração do Marco Olímpico, além dos elevadores públicos que levam os visitantes ao terraço de observação. O edifício ainda teria uma plataforma retrátil para saltos de bungee jumping a 90 m do nível do mar.


Divulgação: RAFAA
Entrada do edifício é feita entre placas solares
"Após ter hospedado a United Nation''s Earth Summit em 1992, o Rio de Janeiro será mais uma vez o ponto de partida para um movimento verde global e para um desenvolvimento sustentável de estruturas urbanas. O Marco pode ajudar a cidade a transformar-se até mesmo em um símbolo para os primeiros Jogos Olímpicos com emissão zero de carbono", acreditam os arquitetos.
Segundo o escritório suíço, o projeto participará do concurso internacional do Marco Olímpico para o Rio de Janeiro, anunciado em outubro de 2009 pelo prefeito fluminense Eduardo Paes e a então presidente do IAB-RJ (Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento Rio de Janeiro), Dayse Góis. Na época, os representantes chegaram a assinar convênio de cooperação técnica para a criação do concurso, mas até agora ele não foi lançado oficialmente.  De acordo com informações da assessoria de imprensa do IAB-RJ, a entidade fará uma reunião com a prefeitura em julho para acertar o futuro da competição.


Divulgação: RAFAA
Marco Olímpico visto da praia carioca


Divulgação: RAFAA
Terraço de observação


Divulgação: RAFAA
Fachada do edifício para as Olimpíadas de 2016


Divulgação: RAFAA
Detalhe de um dos locais de observação


Divulgação: RAFAA
Vista aérea do empreendimento


Divulgação: RAFAA
Ambientes do edifício

 

O Ranking de 2011 das 'Melhores Empresas para se Trabalhar no Estado do Rio'

O Globo
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RIO - Confira, abaixo, o ranking das melhores empresas para se trabalhar no Rio (*):
1 - RADIX ENGENHARIA
2 - JW MARRIOT
3 -LOSANGO
4 - CHEMTECH
5 -IESA ÓLEO E GÁS
6 - VISAGIO
7 - MAN LATIN AMERICA
8 - BIRUTA MÍDIAS MIRABOLANTES
9 - CULTURA INGLESA
10 - ECAD
Alog Data
Amil Resgate Saúde
Ancar Ivanhoe
Brasilcap
Brookfield Incorporações
BS Tecnologia
Cimento Lafarge
Creche Escola Studio da Criança
Elumini
Endesa Geração
Essilor Brasil
FQM Farmoquímica
H. Strattner
Officilab
Outback
Pinamak
Prezunic
Prudential do Brasil
Unimed Federação Rio
Unimed-Rio
*(a partir do 10º lugar, as empresas aparecem em ordem alfabética)

 

Estado e universidades vão elaborar

convênio para garantir a formação de engenheiros

 01/08/2011 - 20:49h - Atualizado em 01/08/2011 - 20:49h
 » Por Julia de Brito
Objetivo é evitar a evasão de estudantes e garantir mais qualidade à formação dos profissionais

Para evitar a evasão de estudantes de engenharia e garantir mais qualidade à formação destes profissionais, 
o Governo do Estado vai elaborar, em conjunto com as universidades federais e estaduais que oferecem 
o curso, instituições de ensino tecnológico e organizações da categoria, um convênio de cooperação.
A intenção é garantir mais celeridade ao Plano Nacional de Engenharia, desenvolvido pela Coordenação 
de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Nesta segunda-feira, 1º de agosto, em reunião realizada no Palácio Guanabara, o governador Sérgio Cabral 
e o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, conversaram com reitores e
representantes de organizações para definir os primeiros passos do projeto estadual, que será coordenado 
pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).
Uma comissão, que será formada este mês, terá o compromisso de discutir o futuro da engenharia 
no estado fluminense e apresentar, em um prazo de 60 dias, um modelo de convênio.

Para o governador Sergio Cabral, a proposta de cooperação entre a Capes e a Faperj será fundamental 
para suprir a carência de mão de obra na área de Engenharia Civil. Dados do Ministério da Educação 
revelam que a média nacional de evasão do curso chega a 55%.

- Temos dados nacionais que se reproduzem no Rio de Janeiro. Nossa proposta é que para cada um real 
e meio que a Capes colocar, coloquemos um real. Vamos chamar grandes empresas para participar 
deste esforço – disse.

De acordo com o secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, o Rio de Janeiro será o primeiro 
estado a ampliar o Plano Nacional de Engenharia e dar celeridade a ele.

- Pelo que tenho conhecimento, somos o primeiro estado a ampliar e garantir a execução célere deste plano. 
A ideia central é criar um grupo e estudar como este convênio pode ser viabilizado e como os recursos 
poderão ser aplicados – ressaltou.

Ao fim da reunião, ficou definido que a comissão contará com um representante das universidades federais,
um das estaduais, um das particulares, um do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow 
da Fonseca (Cefet) e um representante das organizações ligadas à categoria. Segundo o diretor-presidente 
da Faperj, Ruy Garcia Marques, a instituição, que já investia na qualificação de engenheiros, amplia 
sua participação ao coordenar e integrar a comissão que vai elaborar o programa.

- A Faperj já vem apoiando as áreas de engenharia desde o início da gestão Cabral. Já lançamos editais 
específicos, bolsas, auxílios, infraestrutura de laboratório, no total são quase R$ 100 milhões aplicados.
Agora vamos elaborar novas ações por meio deste convênio.

Presente à reunião, o reitor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), Ricardo Vieiralves, 
considerou a iniciativa governamental assertiva.

- O Governo do Estado foi muito agressivo na atração de novos investimentos e empresas, e agora
precisa de recursos humanos. Temos que aumentar a formação de engenheiros com qualidade. 
É esta a equação que teremos que resolver.

Para o presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian, a intenção do governo estadual 
deve ser aplaudida:

- O Clube de Engenharia se sente honrado em participar deste programa.

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